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23.7.05

 

HAJA CUECA!


Não entendeu? Leia abaixo.

A chantagem: 200 milhões para ficar calado
A história secreta de como Marcos Valério emparedeu o governo ao ameaçar contar tudo.

Na manhã do dia 9 de julho, Marcos Valério estava uma pilha de nervos. Sentia-se pressionado por todos os lados e, desesperado, telefonou para o ex-presidente da Câmara, o petista João Paulo Cunha. "Eu vou estourar tudo", ameaçou Valério, descontrolado.

Disse que não agüentava mais a situação e contou que faria a delação premiada ? mecanismo pelo qual um réu diz o que sabe em troca de um alívio na pena. "Vocês vão se ferrar! Avisa ao barbudo que tenho bala contra ele", disse Valério, numa chantagista referência ao presidente Lula.

João Paulo, que àquela altura se preparava para ir à reunião da cúpula do PT, entrou em estado de pânico. Apavorado, avisou José Dirceu e Delúbio Soares das ameaças de Valério. "O cara ficou louco, vai explodir tudo", disse. Em seu rol de chantagens, Valério também ameaçou citar o nome de empresas que segundo ele teriam doado dinheiro para o caixa dois do PT.

Na ligação, Valério fez exigências abertas para poupar o governo. Queria duas coisas: a garantia de que não seria preso e a chance de obter um dinheiro graúdo para assegurar seu futuro. Uma maneira de ganhar esse dinheiro seria intermediando o fim da interminável liquidação do Banco Econômico. Como corretor da operação, Valério calculou que poderia faturar 200 milhões de reais (quantia suficiente para comprar, via mensalão, o apoio de cem deputados por quase seis anos).