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27.6.05

 

ARKIBE X

Caso 1:

Quando fui ao Programa do Jô, ao contrário do que acontece na maioria das vezes, a produção escalou apenas dois entrevistados. Isso porque o outro convidado ocuparia os dois primeiros blocos do programa. Com justiça. Afinal, além de ser uma celebridade, ele tinha uma história de vida respeitável, atravessava um momento de grande popularidade e acabava de atingir o auge de sua vida profissional.

Como havia me informado com antecedência, sabia não só quem seria o ilustre entrevistado, como também que o Kibe Loco seria exibido no telão. Logo, fiz algumas montagens bem-humoradas com o , com os integrantes do sexteto e, claro, com o outro convidado, a quem fui apresentado antes de entrar no palco. Aproveitei a oportunidade para avisá-lo sobre a brincadeira. Sem vacilar, o notável me garantiu que ficaria até o fim da gravação para ver minha entrevista.

No entanto, sem dar nenhuma explicação, o sujeito foi embora indelicadamente antes que o Jô me chamasse.

Depois disso, a vida dele mudou um bocado. O nome dele? Zé Dirceu.

Caso 2:

Quando fui ao programa do Ronnie Von, o outro convidado, Athayde Patreze, simplesmente não apareceu no dia da gravação. A falta causou um transtorno enorme para mim (tinha preparado várias perguntas legais para o Sr. Patreze) e para a produção do programa (que teve de alterar a pauta do programa em cima da hora).

Athayde está com apendicite agora.

Caso 3:

Quando publiquei essas fotos do "Robinho", Emílio Surita disse que o Kibe Loco seria processado.

Na semana seguinte, foi o Pânico na TV que inexplicavelmente saiu do ar.

Agora responda: qual a credibilidade de um palhaço?