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18.11.02

 


DIÁROS PALMEIRENSES (OU BOTAFOGUENSES... DÁ NO MESMO)

O Diário dela:

"Havíamos combinado um encontro no final da tarde de ontem para beber alguma coisa, mas ele estava estranho. Não entendi. É bem verdade que passei o dia fazendo compras com minhas amigas, e cheguei a pensar que pudesse ser por minha culpa, afinal, me atrasei um bocadinho, mas ele não fez grandes comentários.

Já passava das 19h. e a conversa não estava animada dentro do carro. Não estava vendo sequer uma remota possibilidade de irmos até um lugar mais íntimo para podermos conversar melhor... sem pessoas, fantasmas e barulhos ao redor. Meus pensamentos me atormentavam. E os dele... ah... como eu queria desvendá-los! Na certa, havia algo em mim que estava o incomodando. Minha angústia foi desviada quando finalmente chegamos ao restaurante.

Ele AINDA agia de modo estranho. Tentei animá-lo... em vão. Não vi outra alternativa e fui direta. Perguntei e ele disse que não era eu. Será que era verdade? Será que era um jogo? Não fiquei muito convencida.

No caminho para casa, no carro, disse-lhe que o amava muito e ele limitou-se a acariciar minha perna como num ato reflexo. E só. Não sei o que raios ele quis dizer com isso, até porque não retribui a declaração. Aliás, ele não falou uma palavra no carro. Já era noite e eu estava mesmo preocupada.

Finalmente chegamos a casa. A essa altura eu já estava pensando se ele iria me deixar! Minutos depois, numa ansiedade quase adolescente, eu já pensava em quando ele me deixaria. Estava sufocada por mim... e por ele! Tentei fazê-lo falar, mas ele ligou a televisão e sentou-se com um olhar distante que parecia estar me dizendo que estava tudo acabado entre nós. Por fim, embora relutante, já desgostosa, fui me deitar sozinha. Já me preparando para repetir o gesto nas noites seguintes. Minhas lágrimas não mentiram. Jamais mentem.

No entanto, alguns minutos mais tarde - para minha surpresa - ele entrou no quarto e deitou. Mas não deitou indiferente. Veio para mim. Havia ímpeto, paixão reprimida, uma vontade de me vencer ali sobre os lençóis. Uma raiva deliciosa correspondeu aos meus avanços e fizemos amor. Foi bom... mas rápido.

Como nossas portas estavam 'abertas', resolvi perguntar mais uma vez sobre nossa relação. Sobre tudo. Ele se irritou como nunca vi antes. Levantou e saiu do quarto. Comecei a chorar... e chorei até adormecer. Já não sei mais o que fazer. Tenho quase certeza que ele tem alguém e que a minha vida é um autêntico desastre."


O Diário dele:

"Meu time foi rebaixado. Pelo menos dei umazinha."


Profético, lembram?